22 dezembro 2005

Às vezes temos de dar um desconto ao Blasfémias

A imparcialidade do analista desportivo do Blasfémias: «Duas vitórias arrancadas a ferros pela arbitragem é o saldo da equipa encarnada nas 2 últimas jornadas. Quando a equipa está aflita, o que tem acontecido frequentemente, os árbitros fazem o seu papel: inventam faltas a favor dos de sempre, ignoram as regras, ficam cegos perante os lances decisivos que redundam em golos encarnados.Actuam assim porque podem. Porque sabem que ficarão sempre impunes. Que neste país de conluios e compadrios, os dirigentes da arbitragem, da Liga, a imprensa e tudo o resto, desculparão o indesculpável e em uníssono jurarão que «o lance é apenas duvidoso» ainda que ninguém tenha dúvidas.Nuno Gomes ajeitou a bola «com a parte lateral do peito com o braço à ilharga» - assim cuspiu, desonestamente, um comentador da TVI a fazer de "justificador" de serviço. As imagens mostravam que não, que foi mão, mas isso não importa. O país encarnado dirá sempre aquilo em que, com toda a certeza, os mais tolos acabarão, até, por acreditar.Porque o país foi educado assim e creio que já atingimos o ponto de não retorno. O terceiro-mundismo tem muitos rostos.Entretanto, na televisão pública dá um filme sobre o milagre das aparições de Fátima. Na RTP Memória alguém guincha um fado.Nada a fazer, Portugal está igual a si próprio».
Desculpem lá mais foi mesmo com o peito. Ah, sim: e o golo mal anulado?

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